sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Carnaval


A Magia dos Cinco Sentidos no Carnaval

     O carnaval é uma das maiores manifestações de alegria do ser humano. E nele encontramos em ação os cinco sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar. Entremos, por exemplo, no barracão de uma escola de samba. O lugar onde tudo se transforma. Onde cada fantasia, cada carro alegórico se tornam realidade. E cada surpresa é guardada a sete chaves. 

     Vamos então aos cinco sentidos no universo do carnaval?

     Basta entrar num barracão para a nossa visão vislumbrar cada detalhe. As alegorias, pequenas,
gigantescas, diferentes e corriqueiras. Vemos tudo. Todas as cores. Vemos a realização de um sonho de vários meses acontecendo diante de nossos olhos. E nossa audição também está bem atenta. O som do
bater dos martelos, das furadeiras, das tesouras cortando os mais diversos tecidos. E os gritos de carnavalescos, diretores de barracão, operários, costureiras, artesãos, escultores. Tudo numa interessante mistura com o som do samba que a escola irá cantar na avenida, com todos já trabalhando com o novo hino na ponta da língua.

     Pode até não parecer, mas nosso olfato também entra em ação. Sentimos o cheiro da comida das cozinheiras para alimentar todos que trabalham. E, como cabeça de carnavalesco é um carnaval à parte, também podemos sentir odores que vão do jasmim à alfazema, passando pela água de cheiro e até pelas rosas jogadas num dos carros ou da fumaça que irá dar um belo efeito com a ajuda das
luzes.

     E, tanto cheiro, deixa vontade de tocar, né? É usando o tato que vamos mexendo neste paraíso de cores e formas. Tocar a leveza das plumas ou batucar na madeira de um dos carros. E até mesmo se fazer de forte e levantar uma pesada pedra, que na verdade é de isopor, em mais um artifício da ilusão que é o carnaval...

     Por fim, após o trabalho, o paladar se faz presente, ao provar o tempero das cozinheiras no intervalo para o almoço e o jantar. Para os que gostam, uma purinha levanta a moral no final do serviço. E, por falar em final, os cinco sentidos também estarão na avenida, em pleno carnaval. E ver o desfile, ouvir o
samba, sentir o perfume da morena, da mulata, da negra faceira, da branca animada, bater palmas e saborear um bom churrasquinho e a vitória da escola do coração.

 Marcos Salles

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dercy Gonçalves


As minhas tardes com uma jovem sapeca de 92 anos – FINAL





Encerro hoje meu encontro com Dercy Gonçalves, na entrevista que fiz para a Revista Chiques
& Famosos em setembro de 1999, quando ela tinha 92 anos. E foi mais um ensinamento
conversar com uma mulher lúcida e que falava sobre qualquer assunto sem frescura e com
a sinceridade que era uma de suas marcas. E, se você deseja saber mais sobre esta incrível
mulher que se foi no dia 19 de julho de 2008, com 101 anos de uma vida muito bem vivida, leia
o livro Dercy de Cabo a Rabo, escrito por Maria Adelaide Amaral. Mas, por enquanto, ficamos
aqui mesmo no Lá na Lapa com suas respostas sinceras. E falou abertamente sobre ter pedido
demissão da TV Globo, por estar “encostada”. E conta como saiu:

As novas comediantes – Tem uns 200 nomes que eles colocam no ar, dão programa pra ver
se pega, mas não pega nada. Elas são boas atrizes, mas não são Dercy Gonçalves. Eu não
quero dizer que elas não prestam, mas me confrontar com elas me ofende. Você pode até
apaixonado por elas, pode me odiar e gostar delas, mas não chegam aos meus pés.

Escola – Eu criei uma escola de teatro que todo mundo faz hoje. Existem poucas atrizes que
não me imitam. Já fui muito criticada, discriminada, Mas eu, como era ignorante, só sabia fazer
assim. Sempre fui pela minha intuição. Nunca tive professora de nada. Nem mãe eu tive.

O que assiste na TV – Eu vejo Ratinho, Leão, Tigre, jacaré, vejo tudo. Até Monique Evans
mostrando calcinha de madrugada numa TV a cabo. Fico horrorizada, mas vejo. Que
desmoralização está a nossa televisão.

Rescisão do contrato na Globo – Na Globo não me trataram bem. A Marluce é uma mulher
encantadora e aceitou meu pedido de rescisão muito sentida, com muita delicadeza, pedindo
mil desculpas. Mas quem apanha é que sabe se doeu. E eu é que apanhei.

Vergonha na cara – Ganhava 5 mil reais. Pedi aumento e me deram 6. Esse salário todo para
não ir lá na Globo. Qualquer um não rejeita esse ordenado. Eu rejeitei. Porque tenho muita
vergonha na minha cara. Não sou doida de rasgar dinheiro, mas não quero mais. Tenho
vergonha de ser aposentada nessas condições. Sempre fui uma estrela, a primeira figura. E
agora, ser espezinhada por pilantra? Não. Sempre fui mais do que eles. Quando vieram eu já
estava lá.

Mãe da Globo – Todos os filhos são ingratos. Todo filho quer mandar na mãe. A mãe ensina
tudo e depois ele quer ensinar à mãe aquilo que já aprendeu. E assim aconteceu na Globo.
Lá, todos podem fazer, menos eu. Se lá não pode falar palavras, como é que às 6 horas fazem
coisas que não devem? A Dercy é que não pode. Tudo bem, mas eu não sou obrigada a ficar.

A carta de demissão – Minha carta é melhor que a do Getúlio Vargas. Ninguém tem coragem
de fazer o que eu fiz. De chegar e dizer para a Rede Globo “eu não quero mais você”. Só eu.
Fiquei na história.

 Marcos Salles

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dercy Gonçalves


As minhas tardes com uma jovem sapeca de 92 anos - PARTE II

Conforme o combinado, volto com a segunda parte de meu encontro com a inesquecível Dercy Gonçalves. 

A entrevista foi no seu apartamento, na zona sul do Rio, cuja decoração lembrava os bastidores do Teatro de Revista. Em duas araras, por exemplo, estavam penduradas inúmeras roupas brilhantes com muito paetês e strass. Nas paredes os mais variados pôsteres e retratos.

Mas, entre tantas lembranças familiares, a homenagem ao grande amigo Fausto Silva. Em destaque numa mesa, logo na entrada, duas caprichadas molduras com recortes de reportagens sobre os nascimentos de Clara, do apresentador com Magda Colllares.

Mas vamos a mais algumas boas respostas de Dercy na entrevista que fiz e me diverti muito. Ah, e aprendi também com esta mulher que na época tinha 92 anos muito bem vividos.

Relação homem e mulher – Está tudo perdido. Talvez seja um sinal do fim do século. Espero que a qualquer momento a mulher passe a se valorizar. Falo isso porque sou do princípio do século. Peguei uma época em que o homem cantava a mulher que ele namorava, se dedicava, mandava bilhetinhos, flores. Infelizmente, nos dias de hoje não tem mais isso.

O Papel do homem – No meu entender, o homem tem de comandar a mulher. É obrigação. A mulher é submissa ao homem.

A sua vaidade – Sou uma mulher vaidosa, gosto de usar coisas bonitas.

Posar nua – Nunca houve nada disso. Brinquei com o jornalista porque ele foi bobo. Ele me convidou para uma reportagem e eu disse que faria fotos nua, mas queria muito dinheiro. Ele não acreditou. E se fizesse eles que iriam faturar com isso. Antigamente o nu artístico era insinuado, bonito, sugerido. Hoje é um esculacho, uma vergonha, uma vergonha, a mulher mostra tudo. É horrível, uma coisa escrachada.

Nu masculino – O que é que tem o homem mostrar? Porque discriminar? Mas eu acho que é a vergonha total.

Arrependimento – Só uma vez. Foi quando chamei o prefeito de Madalena, minha terra, de ladrão. Ele me processou. Mas não em nada. Pedi desculpas e nos beijamos. Porque iria ofender o homem à toa? Chamei de ladrão porque ele roubou. Só não sabia que não podia falar. Mas não queria ofender. Não queria deixá-lo mal com a família. Disse assim: Não, absolutamente, você não é ladrão. Não pode falar? Então não falo!

Palavrão na hora errada – Nunca disse. Eu sei a hora certa. Sei dizer o palavrão para você rir e não para ofendê-lo. Eu só faço o público rir. A minha missão é essa: ver o público rir.

Uma nova Dercy Gonçalves – Ora, imagina! Existe coisa nenhuma. Se tivesse outra Dercy, ela estaria fazendo sucesso. É só bumbum o que mostram.

Bem, fico por aqui. Semana que vem termino de lembrar minha entrevista com a grande Dercy Gonçalves.

 Até lá!

 Marcos Salles




segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Dercy Gonçalves



As minhas tardes com uma jovem sapeca de 92 anos - PARTE I


                                                                                 Dercy Gonçalves


As imagens da minissérie sobre Dercy Gonçalves e as boas atuações de Heloísa Perissé e Fafy
Siqueira ainda estão em nossa mente. E toda sua irreverência, polêmica, sabedoria e ótimo
humor estão enraizadas aqui pelo centro do Rio, nos palcos onde brilhou. Ela nasceu Dolores
Costa, no dia 23 de junho de 1907, na cidade de Santa Maria Madalena, no interior do Rio de
Janeiro. Fugiu de casa aos 17 anos, adotou o nome de Dercy Gonçalves e decidir ser atriz numa
época em que a profissão não tinha glamour nenhum. Ela se foi no dia 19 de julho de 2008,
aos incríveis 101 anos de idade. Nove anos antes de sua despedida fui entrevistá-la para a
Revista Chiques & Famosos.

Bem, lá fui eu, a fotógrafa Luciana Avellar e o maquiador João Paulo Cofir para o apartamento
dela, em Copacabana. Tudo marcadinho, certinho, chegamos, fomos muito bem recebidos por
uma amiga de Dercy, que estava num outro aposento numa reunião de trabalho. Ficamos na
sala, à meia luz, ouvindo as boas histórias desta amiga (perdão, mas o nome eu bem esqueci).
Mas o tempo foi passando, um soninho foi batendo e dormi na poltrona. Acho que a Luciana
e o João Paulo também deram uma boa cochilada. Depois de sei lá quanto tempo ela aparece.
Com seu jeito despachado, nos conduziu à porta e nos colocou no elevador, dizendo “ih, hoje
não vai ter entrevista. A vida é assim, vamos gente, vamos remarcar, tchau!”. E fomos embora
chorando de rir. Não tinha como se aborrecer com a Dercy.

É claro que consegui remarcar e voltei com a Luciana e com a maquiadora Rita Fischer. O João
Paulo até hoje lamenta não ter podido ter maquiado a grande estrela. Desta vez o papo rolou
e foi uma tarde muito divertida. Com toda a sinceridade que sempre esbanjou ao longo de sua
vida, respondeu a todas as perguntas. Então, seguem algumas das boas declarações de Dercy
Gonçalves, esta mulher que não tinha medo de ser feliz:

Segredo da longevidade – Não existe. O que dizem por aí é invenção de propagandista, é
fantasia. Chegar aos 92 é coisa da vida. Eu não faço nada demais. Não pratico esportes nem
tenho alimentação cuidadosa. Vivo como fui criada. Minhas raízes são pobres, vim de uma
família humilde e continuo a mesma.

Alimentação - Como e faço tudo o que quero, tudo que tenho vontade. Nunca exagero
naquilo que posa me fazer mal ou que depois eu venha me arrepender. Gosto de rabada,
angu, lingüiça, mocotó, entre outras coisas.

Relacionamento com Deus – Não tenho nenhum relacionamento com Deus, não acredito em
nada. Que Deus? Deus sou eu. Ele é quem me deve, porque faço o que a natureza manda.

Destino – Acredito muito. O que é meu, é meu. O cara lá de cima tem disciplina, não muda o
que está escrito.

Medo da morte – Que morte o que? Isso é covardia. E eu lá vou ficar tremendo hoje? Dessa
maneira morro antes e não aproveito a vida.

Se esperava chegar a essa idade (ela tinha 92 neste dia) – Não, porque na minha época quem
fazia 30 anos já era considerado velho. Eu achava que não fosse viver nem 40 anos. Não penso
no depois de amanhã, porque não sei se chego lá. Penso só no hoje.

O que a deixa feliz – Comer é um dos meus maiores prazeres. Sabe o que gosto de receber de
presente? Dinheiro. Não compre flor para m mim. Olha aquela ali que veio outro dia. Já está
fedendo.

O que a deixa triste – Não ter o comer e ficar sem dinheiro. Tive o pior câncer, que é o de
estômago, e não fiquei triste. Liguei pro Boni (na época consultor da Rede Globo), que me
colocou no Hospital Albert Einstein, em São Paulo e eu não paguei nada. Saí do médico e fui
comprar um carro.

Ter um namorado – Uma pessoa com mais de 90 anos namora? Já namorei muito, era o que
mais gostava de fazer. Mas não era como agora. Hoje os jovens pensam em resolver tudo no
primeiro encontro. Namoro tem de ter o olhar, o esperar, o piscar, o ir dançar, o sair para
jantar. Cama é outra coisa. Namorar é muito bom. Mas hoje está impraticável. Só se fala em
sexo. E as mulheres se desmoralizaram porque elas não esperam, vão logo atacando.

Bem, vou ficando por aqui mas volto para a segunda parte desta inesquecível tarde com Dercy
Gonçalves...

Blocos da Lapa


A Lapa já está preparada para o carnaval! A lista dos blocos já foi divulgada e agora é só escolher alguns ou esbanjar alegria em todos! 





Blocos do Carnaval de Rua da Lapa 2012

2 de Fevereiro de 2012 (Quinta)

  • Espera, Espera Mas Não Sai: Rua Teófilo Otoni, Centro | 19h


4 de Fevereiro de 2012 (Sábado)

  • Sem Noção: Rua do Lavradio esquina com Mem de Sá, Lapa | 14h  

6 de Fevereiro de 2012 (Segunda)

  • Estratégia: Rua do Lavradio entre as ruas do Senado e Visconde de Rio Branco, Lapa | 20h 


10 de Fevereiro de 2012 (Sexta)

  • Bola Preta - Grito de Alerta: Av. Rio Branco esquina com Presidente Vargas, Centro | 20h 
  • Badalo de Santa Teresa: Largo das Neves, Santa Teresa | 20h 

11 de Fevereiro de 2012 (Sábado)

  • Embaixada das Caricatas: Praça da República (parado), Centro | 16h 
  • Pinto Sarado: Travessa Sara, Santo Cristo | 17h 
  • Da Ca Tia: Rua do Resende, Lapa | 18h  

12 de Fevereiro de 2012 (Domingo)

  • Fogo e Paixão: Largo de São Francisco (parado), Centro | 11h 
  • Escravos da Mauá: Largo de São Francisco da Prainha, Zona Portuária | 12h 
  • Bloco da Preta: Av. Rio Branco esquina com Presidente Vargas, Centro | 14h 
  • Eu Choro Curto Mas Rio Comprido: Rua Aristides Lobo, nº 220, Rio Comprido | 14h 
  • Bloco dos Aregueiros: Av. Rio Branco, Candelária, Centro | 15h 
  • Pipoca no Mel: Praça da Harmonia, Gamboa, Zona Portuária | 17h 
  • Banda da Amizade: Rua Tadeu Kosciusko, Bairro de Fátima | 19h  

13 de Fevereiro de 2012 (Segunda)

  • Devotos de Madá: Rua do Lavradio entre as ruas do Senado e Visconde de Rio Branco (parado), Lapa | 20h 

15 de Fevereiro de 2012 (Quarta)

  • Regula, Mas Libera: Rua Teófilo Otoni, Centro | 20h 

16 de Fevereiro de 2012 (Quinta)

  • Espera, Espera Mas Não Sai: Rua Teófilo Otoni esquina com Rua da Candelária (parado), Centro | 17h 
  • Banda da Rua do Mercado: Rua do Mercado, Praça XV | 19h 
  • Libertos dos Arquivos: Praça da República, Centro | 19h 
  • Bloco dus Impussivi: Av. República do Chile esquina com Lélio Gama, Centro | 20h 
  • É Pequeno Mas Vai Crescer: Alexandre Mackenzie esquina com Senador Pompeu, Centro | 20h 
  • Badalo de Santa Teresa: Largo das Neves (parado), Santa Teresa | 20h 

17 de Fevereiro de 2012 (Sexta de Carnaval)

  • Carmelitas: Rua Dias de Barros, Santa Teresa | 15h 
  • Banda do Castelo: Av. Churchill, nº60 (parado), Centro | 16h
  • Bloco dos Aposentados: Av. Rio Branco, Candelária, Centro | 17h 
  • Escorrega na Baba do Quiabo: Praça Melvin Jones (Buraco do Lume), Centro | 17h 
  • Boca Que Fala: Rua México, Pátio do Palácio Gustavo Capanema, Centro | 19h 
  • Vestiu Uma Camisinha Listrada E Saiu Por Aí: Av. Rio Branco, Candelária, Centro | 19h 
  • Boêmios da Lapa: Travessa do Mosquera, Lapa | 20h 
  • Embaixadores da Folia: Av. Rio Branco esquina com Presidente Vargas, Centro | 20h 
  • Molha o Pé das 8: Rua Rodrigo Silva (parado), Centro | 20h

18 de Fevereiro de 2012 (Sábado de Carnaval)

  • Alvorada dos Embaixadores da Folia: Av. Rio Branco esquina com a Rua São Bento, Centro | 08h 
  • Céu na Terra: Praça Odilo Costa Neto, Santa Teresa | 09h 
  • Cordão do Bola Preta: Av. Rio Branco, Cinelândia | 09h30 
  • Pega Pra Sambar: Rua do Senado (parado), Lapa | 11h 
  • Multibloco: Av. Mem de Sá, nº 126, Lapa | 12h 
  • O Berro da Viúva: Av. Gomes Freire, nº 27 (parado), Lapa | 14h 
  • Aconteceu: Largo das Neves, Santa Teresa | 16h  
  • Carioca da Gema: Rua do Lavradio, Lapa | 17h 
  • Cordão da Prata Preta: Rua Sacadura Cabral, nº 373 - Ao lado do 5ºBPM, Gamboa | 17h 
  • Bloco do Bairro de Fátima: Av. Nossa Senhora de Fátima, Bairro de Fátima | 17h 
  • Acadêmicos dos Arcos: Rua Mem de Sá esquina com Ladeira de Santa Teresa , Lapa | 23h 

19 de Fevereiro de 2012 (Domingo de Carnaval)

  • Cordão do Boitatá: Rua do Mercado esquina com Rua do Ouvidor, Praça XV, Centro | 09h 
  • Bloco do Bairro de Fátima: Praça Aguirre Cerda, Bairro de Fátima | 13h 
  • Escorrega mas Não Cai: Ladeira do Escorrega esquina com Sacadura Cabral, Saúde | 14h 
  • Dragões da Riachuelo: Rua Conselheiro Josino, Lapa | 15h 
  • Bloco dus Impussivi: Av. República do Chile esquina com Lélio Gama, Centro | 15h 
  • A Nega Endoidou: Largo de Santa Rita (parado), Centro | 16h 
  • Toca Rauuulll!: Praça Tiradentes (parado), Centro | 16h 
  • Banda dos Inválidos: Rua dos Inválidos, nº 138, Lapa | 18h
  • Toma Uma: Praia dos Tamoios, Ilha de Paquetá | 18h 
  • Banda da Amizade: Rua Tadeu Kosciusko, Bairro de Fátima | 19h

20 de Fevereiro de 2012 (Segunda de Carnaval)

  • Sem Noção: Rua do Lavradio esquina com Mem de Sá, Lapa | 14h 
  • Banda da Amizade: Rua Tadeu Kosciusko (parado), Bairro de Fátima | 14h 
  • Vai Que Dá: Praça dos Estivadores (parado), Gamboa | 14h 
  • Bloco Teatral Filhos do Martins: Rua Vinte de Abril, nº 14, Centro | 15h 
  • Dragões da Riachuelo: Rua Conselheiro Josino, Lapa | 15h 
  • Aconteceu: Largo do Guimarães, Santa Teresa | 16h 
  • Embaixada das Caricatas: Praça da República (parado), Centro | 16h
  • Bloco do Bairro de Fátima: Praça Aguirre Cerda, Bairro de Fátima | 17h 
  • Associação Carnavalesca Os Infiéis: Praça Alexandre Herculano (parado), Lapa | 17h 
  • Orquestra de Tambores Robertinho Silva e Carlos Negreiros: Praça dos Estivadores (parado), Gamboa | 17h 
  • Bloco Cru: Praça XV (parado), Centro | 17h Mão de Lata: Rua do Lavradio em frente ao CIEP Pedro Varella, Lapa | 18h 
  • Banda dos Inválidos: Rua dos Inválidos, nº 138, Lapa | 18h

21 de Fevereiro de 2012 (Terça de Carnaval)

  • Carmelitas: Rua Almirante Alexandrino, Santa Teresa | 10h 
  • Banda do Jorge: Largo da Carioca, Centro | 11h 
  • Bloco do Bairro de Fátima: Praça Aguirre Cerda, Bairro de Fátima | 13h 
  • Banda dos Inválidos: Rua dos Inválidos, nº 138 Lapa | 18h 
  • Banda das Quengas: Rua Washington Luiz, Lapa | 18h 
  • Banda da Amizade: Rua Tadeu Kosciusko (parado), Bairro de Fátima | 19h 
  • Acadêmicos dos Arcos: Rua Mem de Sá esquina com Ladeira de Santa Teresa , Lapa | 23h 

22 de Fevereiro de 2012 (Quarta de Cinzas)

  • Planta na Mente: Rua Joaquim Silva em frente a Escadaria Selarón, Lapa | 17h 
  • Me Enterra na Quarta: Ladeira do Castro, Santa Teresa | 17h 
  • Apuração dos Embaixadores da Folia: Av. Gomes Freire, nº 533, Lapa | 18h 

23 de Fevereiro de 2012 (Quinta)
  • Voltar Pra Quê?: Rua Álvaro Alvim, Cinelândia | 21h

24 de Fevereiro de 2012 (Sexta)

  • Só Tamborins: Travessa Mosquera, Lapa | 20h

25 de Fevereiro de 2012 (Sábado das Campeãs)

  • Quizomba: Praça Cardeal Câmara (Circo Voador), Lapa | 11h 
  • Papudinho do Rio Comprido: Praça Condessa Paulo de Frontin, Rio Comprido | 12h 
  • OBA - Organização Bons Amigos: Largo João da Bahiana (parado), Gamboa, Zona Portuária | 16h 
  • Boêmios da Senado: Rua do Senado, nº 206, Lapa | 17h 
  • Vaca Atolada dos Embaixadores da Folia: Av. Gomes Freire, nº 533, Lapa | 18h 
  • Berço do Samba: Travessa do Mosqueira, Lapa | 20h 

26 de Fevereiro de 2012 (Domingo pós-Carnaval)

  • Monobloco: Av. Rio Branco com Av. Presidente Vargas, Centro | 09h 



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012





A Feira, realizada pelo Polo Empresarial do Centro, o Novo Rio Antigo, transforma a Lavradio e adjacências num grande mercado ao ar livre, com exposição e venda de antiguidades, objetos raros e curiosos, artesanatos, livros, discos, moda e muita coisa interessante.

Além disso, os bares e restaurantes colocam suas mesas na rua, num ambiente de descontração e muita alegria, fazendo um sábado diferente e agradável.


Saiba mais sobre a Feira!


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

As Mimosas da Praça Tiradentes




As Mimosas da Praça Tiradentes, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, com direção do próprio Gustavo em parceria com Sergio Módena, estreia no Teatro Carlos Gomes e tem como cenário a região mítica da cidade do Rio de Janeiro, suas histórias, seus personagens e tudo mais que a torna um ponto de memória afetiva e cultural.

Com texto inédito, As Mimosas da Praça Tiradentes é uma espécie de Priscilla, a Rainha do Deserto ou Gaiola das Loucas à brasileira. Entremeando histórias pessoais de seus personagens, conta o início, o apogeu e a decadência da praça, trazendo a característica marcante da obra dos autores: colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração. O enredo mostra como a Praça Tiradentes se firmou, por mais de um século, como o grande centro de efervescência cultural da cidade e recebeu influência de diversos povos estrangeiros criando, a partir daí, a nossa identidade cultural.


Elenco:

Cláudio TovarCésar Augusto, Gustavo Gasparani, Jonas Hammar, Marya Bravo e Milton Filho, experientes atores de outros importantes musicais, dão vida às drags: Lola, a imperatriz, Samantha Overbook, Vanilla Cherry, Miguelito Cigano, Divina Rúbia e Catula de Montecarlo, apresentam uma comédia musical que é capaz, ao mesmo tempo, de entreter, divertir e fazer com que o público saia do espetáculo conhecendo um pouco mais da história da cidade. 


A Peça:

Um grupo de transformistas ensaia um show para arrecadar fundos em prol do Cabaré das Mimosas, ameaçado de fechar suas portas. Ao longo dos ensaios são reveladas as histórias das personagens e suas relações pessoais. Cada uma delas representa um período da Praça Tiradentes – são negros, ciganos, vedetes, dançarinas de gafieira, a corte portuguesa e os estrangeiros que ao longo do tempo ajudaram a construir a identidade desta região. Alternando números musicais com cenas dramáticas, o espetáculo cria um mosaico de acontecimentos e fatos que mostra a importância e a razão pela qual a Praça Tiradentes foi considerada uma das regiões mais tradicionais do Rio de Janeiro, sendo conhecida, por muito tempo, como a Broadway brasileira.

As Mimosas da Praça Tiradentes traz personagens que vivem de sonho, de fantasia. Personagens que reinventam o seu dia-a-dia para viver. Aborda a homossexualidade sem preconceito, com muito humor e liberdade. Trazendo, inclusive, um desfecho inusitado... Um love story envolvendo um travesti.  A praça, desde seu início, tem ligações com o movimento homossexual. Daí a escolha dos transformistas para contar a sua história.


 SERVIÇOS:

Local: Teatro Municipal Carlos Gomes 
Estréia:  14 de janeiro
Temporadaaté 25 de março de 2012
Sessõesde quinta a domingo às 19h30
Preço:   R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia)
Duração110 min
Classificação12 anos
Texto: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche
Direção: Gustavo Gasparani e Sergio Módena
Categoria: Musical 


Músicos: Nando Duarte (violão / guitarra), Itamar Assiere (piano), Pedro Mangia (baixo), Carlos César (bateria) e Dado (sopros)

ElencoCláudio Tovar, César Augusto, Marya Bravo, Gustavo Gasparani, Jonas Hammar, Milton Filho e elenco


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Alma Lírica Brasileira - Mônica Salmaso

 Prezados amigos,
 
       Sempre que penso em Mônica Salmaso , lembro-me do dia em que, estimulado por uma gravação presenteada por um dileto amigo e também aficionado da nossa música popular, o publicitário Felício Torres, pude ouvi-la pela primeira vez. Então desconhecida, talvez ainda integrante da primeira formação do Notícias Dum Brasil - grupo vocal que acompanhou Eduardo Gudin em disco e show -, causou-me forte impressão pelo timbre raro e pela magia da interpretação, com emissão cristalina e envolvente, e percebi que esse amigo, um entusiasta da cantora, não exagerava. Entendo que se trata, de fato, sem favor algum, de uma das maiores revelações do nosso universo fonográfico nos últimos 20 anos, a qual, como já declarou em entrevista, vai "de tijolinho em tijolinho" construindo, paulatinamente, uma sólida casa musical, ou seja, fazendo a carreira com cuidado e consciência e sem açodamento e espalhafato, imprimindo hoje uma reconhecida e muito apreciada marca de qualidade nos seus discos, shows e projetos que abraça. 

       Conquistou com aplauso acalorado de público e crítica, em 1999, o cobiçado Prêmio Visa (Edição Vocal), o que lhe possibiltou gravar, como consequência, um dos seus belos CDs, "Voadeira", e ir tocando em frente, passando pelo "Noites de Gala, Samba na Rua", inteiramente motivado pelo estro de Chico Buarque, e, ainda antes deste, pelo "Afrossambas", em duo com o violonista Paulo Bellinati, um excepcional CD sobre os famosos temas compostos por Baden Powell e letrados por Vinicius de Morais.        
       
       Casada com um brilhante flautista e saxofonista, Teco Cardoso, a paulistana Mônica Salmaso, em companhia dele e do pianista Nelson Ayres, participa, nesta sexta e neste sábado, 9 e 10 de dezembro, no Rival, de shows de lançamento do CD "Alma Lírica Brasileira". 

Grato pela atenção à dica.
 
      Um abraço,
 
      Gerdal








Serviço

Local: Teatro Rival
Datas: 09/12 e 10/12
Horário: 19:30
Ingressos: R$ 60


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dia Nacional do Forró


Na próxima terça-feira, dia 13 de dezembro, um evento gratuito na Praça Tiradentes um grande encontro de forrozeiros irá comemorar o Dia Nacional do Forró, instituído por lei federal em 2005. A data é também aniversário de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, artista mais importante na consolidação do forró como gênero musical de grande representatividade para a identidade brasileira, que completa 100 anos em 2012.

O projeto tem como objetivo valorizar o forró tradicional como gênero musical genuinamente brasileiro; destacar seu importante papel no desenvolvimento, manutenção e renovação de nossa identidade cultural; reconhecê-lo como parte integrante e fundamental de nosso patrimônio imaterial; e incentivar a continuidade do forró tradicional.

O forró é um dos gêneros mais representativos da música brasileira. Conta a história do povo nordestino, de suas formas de viver e ver o mundo, da migração dos nordestinos para o Sudeste, e hoje, espalhado por todo o Brasil, mostra a alma do povo brasileiro. Apesar de sua origem no Nordeste, o forró espalhou-se por todo o Brasil, pela intensa migração de Nordestinos para outros lugares do país, que ocorreu a partir da década de 40 e nunca cessou. E o Rio de Janeiro é uma das cidades que recebeu esse intenso fluxo migratório, tendo um enorme contingente de cidadãos de origem nordestina fixados em diversos de seus bairros.

O evento é uma produção colaborativa, desenvolvido através de apoios e doações, venda de camisetas e rifas, contando com o importante apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da produção e dos músicos que se apresentam de forma voluntária. O evento foi realizado em 2005, 2006 e 2007 pela extinta Macambira, associação cultural pela valorização do forró tradicional, e esse ano volta a ser realizado pela iniciativa da Aroeira Projetos Culturais e da Inquietos Entretenimento, responsáveis por outros importantes eventos de forró pé-de-serra.


ATRAÇÕES CONFIRMADAS:


- Filhos do Nordeste
- Trio Remelexo 

- Trio Pé de Serra 

- Os Cabras
- Trio Candiêiro
- Maurício Paraxaxar
- Trio Rapacuia
- Marcelo Mimoso(vocal - Forró do Mercado)
- Fidélis(sanfona - 1ª formação do Trio Pé de Serra e Sotaque do Nordeste)
- Robson Sousa (zabumbeiro-1ª formação do Trio Pé de Serra)
- Igor Stuart (zabumba)
- Márcia Guzzo
- Mala e Cui'a
- Mariana Mello


*DJs
- Messias
- Edu The Point
- Sérgio Feijó
- Darvyn Orlan
- Edu Rio



SERVIÇO:

Data: 13 de dezembro
Horário: 18:00
Local: Praça Tiradentes
Entrada gratuita




segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Marcelo Lehman e Grupo

Prezados amigos,

Gaúcho e chorão como o insigne Plauto Cruz, já ocotogenário, e o jovem bandolinista Henry Lentino, este do conjunto Tira-Poeira, o pianista e compositor Marcelo Lehman, que também canta, apresenta-se  no Lapa Café, mostrando um novo trabalho naturalmente afinado com todas as loas colhidas na imprensa porto-alegrense, em particular por "Batucada Instrumental Brasileira". 


Um disco que ele gravou com outro gaúcho, Alexandre Rosa, saxofonista e clarinetista, formando o Duo Araucária, surgido na interiorana Santa Maria, em 1996, e migrado, com aplauso de público e crítica, em 2000, para a capital sul-rio-grandense. 


O bom músico brasileiro está, portanto, presente em todos os quadrantes do país e deve ser prestigiado pelo quê de beleza e expressão que produz. E Marcelo, aliás, não é só do choro, como explicita na sua nova empreitada musical: vai das milongas aos sambas, também transitando pelas valsas.


Um abraço,
Gerdal



        




Serviço:

Data: 07/12 e 14/12 
Local: Lapa Café
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 15 (lista amiga)



Thaís Villela

 Prezados amigos,

         Em 2005, acompanhada pelo violonista Marcel Powell, Thaís Villela se apresentou em um show dedicado a Elizeth Cardoso - que, então, teria completado 85 anos de vida - e, recentemente, no palco, ampliou esse tributo em "Cantoras do Brasil", com roteiro que ressalta, pela própria voz, a beleza e a expressão da voz feminina na nossa canção popular através dos anos. Também jornalista - filha do locutor Arildes Cardoso, pioneiro da Rádio CBN -, a cantora Thaís Villela integra, com seu brilho, a constelação de jovens bambas do velho samba revelados numa Lapa mais uma vez iluminada como reduto preferencial da batucada na cidade. Dos discos de bossa nova do pai aos mestres da chamada raiz, Thaís tem percorrido um caminho que, pelo apreço de quem a vê, intensa, em ação, microfone em punho - como aquele frequentador do emblemático Semente (bar revigorante desses novos tempos do samba na Lapa) -, a credencia ao primeiro CD, ora em preparo.

Há dois anos, em longa temporada em hotel cinco-estrelas de Copacabana, conduziu o show "Receita de Samba", cujo repertório acentuava a relevância da nossa culinária, com destaque para a feijoada, por meio de músicas correlatas, um show de ótimo paladar.

Nesta terça-feira, 6 de dezembro, a partir das 21h, no Centro Cultural Carioca, ela mostra, com o vigor do seu canto, a força de comunicação da nossa canção popular, tanto da produção recente como, em particular, daquela, referencial, de Cartola e Ataulfo Alves, por exemplo.

Um abraço,

         Gerdal



     




segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dia Nacional do Samba


TREM DO SAMBA  PROGRAMAÇÃO 


29/11

18h30 - Cental do Brasil 
Marquinhos de Oswaldo Cruz, Velha Guarda da Portela, Monarco, Mauro Diniz.
Show Cantos de Oswaldo Cruz.


30/11


18h30 - Central do Brasil 
Jongo da Serrinha e Velha Guarda do Império Serrano.
Show Cantos da Serrinha.


01/12


18h30 - Central do Brasil 
Serginho Procópio, Zé da Velha e Silvério Pontes, Luperce Miranda Filho.
Show Cantos de Marechal Hermes e Bento Ribeiro.

02/12


18h30 - Central do Brasil 
Marquinhos de Oswaldo cruz, Monarco, Nelson Sargento, Wilson Moreira e Velha Guarda da Portela.

21h - Oswaldo Cruz (Rua Vicente)
Pagode da Tia Doca convida Gaucha, Toninho Gerais e Marquinho Sathan.


03/12  

12h - Central do Brasil:
Marquinhos de Oswaldo Cruz, Velhas Guardas da Portela, Império Serrano, Mangueira, Salgueiro, Vila Isabel, Delcio Carvalho, Noca da Portela, Bateria do Mestre Faísca, entre outros.

17h - Viagem dos trêns até Oswaldo Cruz.

20h - Oswaldo Cruz (Rua São Vicente):
Roda de Samba Nézio e Negão da Abolição convida Marquinhos Diniz, Zé Luiz do mpério, entre outros.  
Show de encerramento: Mart'nália.

20h -  Oswaldo Cruz (Rua Átila da Silveira):
Pagode da Tia Doca, Mauro Diniz convida Baianinho, Tantinho da Mangueira, Ernesto Pires.
Show de encerramento: Arlindo Cruz.

20h - Oswaldo Cruz (Praça Paulo da Portela - Portelinha)
Velhas Guardas da Portela, Império Serrano, Mangueira, Salgueiro e Vila Isabel.
Show de encerramento: Fundo de Quintal.

Lá na Lapa


Na Lapa também tem samba:


02/12


Local: Rio Scenarium 
Daniel Neves - 19h
Ana Costa - 22h

Local: Sacrilégio
Jorginho do Império - 22h30






Dia do Samba



O motivo do dia do samba ser 2 de dezembro é em homenagem ao cantor e compositor Ary Barroso que compôs o samba "Na Baixa do Sapateiro", antes mesmo de conhecer a Bahia, terra exaltada na música. No dia que enfim o cantor pisou em solo baiano, o vereador de Salvador, Luís Monteiro da Costa, aprovou uma lei que declarava o Dia Nacional do Samba.


Após a homenagem o Rio de Janeiro passou também a comemorar de forma expressiva essa data tão especial.  Em 1991 Marquinhos de Oswaldo Cruz, cantor e compositor portelense, passou a utilizar o trem para reuniões de sambistas. Logo, o Trem do Samba se transformou em um espaço para todos onde as pessoas viajam sambando, cantando com a maior alegria!

Nessa 16ª edição os homenagiados são: Cacique de Ramos e Marquinhos Oswaldo Cruz. Esse ano, os shows começam dia 29 de novembro, serão cinco dias de comemoração ao samba! 

O trem sai da Central do Brasil às 17h do dia 03 de dezembro, sábado, em direção a Estação Oswaldo Cruz. A partir das 12h, no palco montado na Central do Brasil, acontece um show com as velhas guardas da Portela, Salgueiro, Império Serrano, Mangueira, Vila Isabel, Bateria do Mestre Faísca entre outros.

Mais um ano de comemoração e de reconhecimento aos sambas produzidos no subúrbio, principalmente em Oswaldo Cruz!