terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Reta final do Concurso Nacional de Marchinhas



Deixando um gostinho bom de quero mais o 6º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas da Fundição Progresso está chegando ao fim. Mas nada de tristeza, nessa depedida é só folia!! 

E para esquentar ainda mais o clima nesse sábado, dia 12 de fevereiro de 2011, terá o grande desfile carnavalesco. A concentração acontece em frente à Fundição Progresso a partir das 16h. O desfile será conduzido pela Orquestra Voadora e Rio Maracatu. A folia termina em um tradicional baile de confete e serpentina sob os Arcos, com a orquestra Rancho Flor do Sereno. E para melhorar é tudo de graça!!

Mas e a marchinha vencedora?

Essa só vamos conhecer no dia 20 de fevereiro, domingo, no Baile da Finalíssima! Saiba Mais.

O que dá pra adiantar é que o baile conta com a participação do bloco Exalta Rei e da Orquestra Popular Céu na Terra! E claro, vai ser muito bom !!

Conheça o Vencedor!


O disco

Com lançamento marcado para o dia 8 de fevereiro, o disco “As melhores marchinhas do carnaval 2011” traz, além das canções finalistas, a inédita “A vida não tem bis”, de Braguinha, interpretada por Soraya Ravenle. O pout-pourri de “Pirata da perna-de-pau” com Serjão Loroza, e “Gato na tuba”, com Soraya Ravenle, relembram alguns dos grandes sucessos do mestre, homenageado pelo projeto este ano. Coube a Eduardo Dussek dar vida à também inédita “Marchinha de carnaval”, composta por ele e João Roberto Kelly, que se tornou o hino oficial do concurso. O disco está a venda no site http://www.concursodemarchinhas.com.br/



O concurso
Idealizado por Perfeito Fortuna, agitador cultural, ator e presidente da Fundição, o "Concurso Nacional de Marchinhas da Fundição Progresso" foi lançado em 2005. O projeto, que este ano conta com patrocínio exclusivo da PETROBRAS e apoio da GLOBO RIO, é considerado um marco na revitalização do carnaval de rua no Rio de Janeiro e no país. A partir de sua criação, mais de 5.000 composições foram inscritas na disputa, vindas de todos os estados brasileiros. Diversas cidades realizaram eventos semelhantes nos anos seguintes à criação do concurso da Fundição.



Nas edições anteriores, as marchinhas vencedoras do concurso foram: “Milagre do Viagra”, de Homero Ferreira, em 2006; “Pra Carmem” de Bete Bissoli, em 2007; “Volante e Cachaça não Combina”, de Mauro Diniz e Cláudio Jorge, em 2008; em 2009, “Bendita Baderna”, de Edu Krieger, foi a primeira colocada, e a vencedora em 2010 foi “Bom Dia”, de Renato Torres Lima.

Mestre Marçal – A boa malandragem de um bamba inesquecível – II


Um cantor diferenciado, com uma divisão toda própria. Um músico dos melhores, que tocava todos os instrumentos de percussão, do ganzá ao tímpano, passando pela cuíca, pandeiro e o que mais fosse inventado. Tinha o ritmo no sangue. Foi mestre de bateria da Portela e da Unidos da Tijuca. E sempre com uma categoria impressionante. Assim era Mestre Marçal, de quem escrevi semana passada e volto hoje a escrever.



Desta vez, registro algumas frases inesquecíveis deste sambista inesquecível. Mas antes, como não poderia deixar de ser, mais uma de suas boas histórias, dos tempos das gafieiras. E contada pelo próprio no show que fizemos no Casa Branca (nome que o Asa Branca teve por um tempo), em pleno coração da Lapa : “Arrumei uma preta num morro, lá em Brás de Pina, mas a preta tinha um boxeur. O crioulo parecia um duplex. Fui lá ver a preta. Subi o morro e encontrei o crioulo em pé na porta, parecia um guarda-vestido. Aí, eu vi que sujou e fui embora. Fui saindo, não vi o arame farpado, escorreguei, encarei o arame, mourão, vim caindo, embolado com aquilo tudo e vim parar no asfalto. Todo arranhado, meu terno rasgado. Mas não tem nada, perdi aqui, mas vou ganhar lá na frente. Me arrumei todo e me dei bem com outra preta, pois coração de sambista tem sempre vaga pra mais um”, contava às gargalhadas.

Mas vamos a algumas de suas tiradas que ainda hoje são lembradas pela nova geração do samba e também pelo amigo Wilson das Neves, baterista de Chico Buarque.

“Quem procura o que não perdeu, quando encontra não conhece” ou “quem procura o que não perdeu, quando encontra não sabe o que faz”

“Não posso é perder esse emprego. Devido ao adiantado da hora se eu perder esse comboio, só amanhã de manhã. Sou homem doente e não posso ficar na plataforma”

“Vou comendo o mingau pela beirada do prato, porque no meio tá quente”

“Alô bateria. Quem dorme de favor não tem direto de esticar as pernas”

“Caranguejo por ser afobado nasceu sem pescoço”

“Esse aí é 171, é patuá vazio, breve sem nada dentro”

“Trata de ti. Toma banho na sua piscina, mas não esvazia a minha bacia”

“Todo mundo era muito bom, mas meu chapéu sumiu e ninguém sabe quem levou”

“Não quero saber o preço da banha, quero é comer engordurado”

“Não quero saber se o pato é macho. Eu quero é ovo”

“Eu sei me vestir, falta é roupa”

“Vai com Deus que com Deus eu fico”

“O baile pra tu terminou hoje”

“A onça morreu, o mato é nosso”

“O corcunda sabe como se deita”

“Hoje eu sou a bola da vez. O espanhol gostou e estamos aqui na Lapa, no Asa Branca. Mas daqui a pouco zera tudo mesmo. E, quando zerar, acabou...”



É, Mestre. E zerou, acabou. Já são dezessete anos sem a sua música, sem o seu ritmo, sem a sua boa malandragem. Muito obrigado por ter confiado neste amigo para montar o show que acabou sendo sua última temporada entre nós. Lembro também de uma vez que nos encontramos num show no interior de São Paulo. Mestre Marçal estava apenas com Márcio Almeida, seu cavaquinho de fé e iria ser acompanhado pelo grupo da casa. Eu fazia parte da banda de Paulinho Mocidade. E nós resolvemos que iríamos acompanhar o Mestre. Ele queria pagar e quase chorou, pois não aceitamos o pagamento. Nosso cachê foi a honra de ter acompanhado Mestre Marçal. É, pena que tudo acabou.

Mas não acabou não. Com toda certeza o velho Marçal está todo prosa lá de cima ao ver sua cria honrando seu nome. Ele se orgulha de Armando Marçal, ou Armandinho ou Marçalzinho. Seu filho, considerado um dos melhores percussionistas do mundo. Que já tocou, por exemplo, com Gal Costa, com Pat Metheny, João Bosco, Jorge Vercillo. E por aí vai Marçalzinho levando a herança do pai...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mestre Marçal – A boa malandragem de um bamba inesquecível



No final do ano de 1993 ganhei um presente dos céus. Tive a honra de dirigir e estar no palco conduzindo, com a cantora Karla Prieto, o show de uma lenda viva do samba. E foi aqui na Lapa. No Casa Branca (nome que o Asa Branca teve por algum tempo). Marçal Entre Amigos era o nome do show deste personagem, dos mais folclóricos da galeria do samba. Ele é Nílton Delfino Marçal, sinônimo de elegância, de ritmo e mais conhecido como Mestre Marçal. Era pra ser apenas um final de semana, mas foi tão bom e tinha tantos amigos querendo participar que virou uma temporada de um mês. E tive a sorte de ter feito o roteiro, levado pelas boas histórias deste fantástico sambista.



Para os que não sabem, Mestre Marçal, que nos deixou em meados de 1994, trazia o samba na veia. E trazia mesmo, por ser filho de um baluarte do início das escolas de samba, o compositor Armando Marçal, da dupla Bide e Marçal, bambas do Estácio. A dupla, aliás, participou com Ismael Silva na fundação da Deixa Falar, primeira escola de samba. Mas isso é papo pra outra coluna. Nesta, ficamos com Mestre Marçal e sua manha de bom malandro, termo tão desgastado nos dias de hoje.

Ele nasceu em 1930, no subúrbio carioca de Ramos, e aos nove anos de idade já desfilava na Recreio de Ramos, atual Imperatriz Leopoldinense. Sua especialidade era a percussão. Do tamborim à cuíca, passando pelo instrumento que você quiser, ele dava show. Ao lado de Luna, Eliseu e do baterista Wilson das Neves formava um time da elite dos músicos de estúdio. E num tempo em que os estúdios de gravação não tinham os canais separados. Tinha de ser de primeira, para não ter de começar tudo de novo.

Em sua trajetória na música o que Marçal tinha de talento tinha também de figura. Ele era uma figuraça de carteirinha. E suas histórias são repetidas nos dias de hoje por seus fãs, como eu e o músico Márcio Wanderley. Eram essas histórias que pontuavam o show no Casa Branca. E, muitas vezes, chorávamos de rir no palco. Vou lembrar-me de algumas destas histórias.


Logo no primeiro conjunto musical que trabalhou, era o único que enxergava. Isso mesmo. Eram oito cegos. E, por quase dois anos ele fazia vezes de guia. “Eu dava o braço a um e vinha trazendo aquela manada toda. Um dia eles se desmontaram e ficou a metade no meu braço e a outra metade na estrada. Eu não sabia se voltava pra calçada ou se ia pegar o resto”, contava o Mestre.

Outra que ele contava no show foi da vez em que foi chamado para gravar um jingle: “Mas a minha língua é meio enrolada, tem hora que ela não vai. O jingle era “poupe na letra uma nota preta”. Eu fui pro sacrifício. Fui pra boca de ferro (microfone), mas não deu um quilo certo. Aí, eu disse pro maestro Cipó, o senhor me dá a mixaria da cuíca que já toquei, pois o buraco do pano tá vazio e preciso ir ao mercado amanhã”. Para convencer o amigo, Cipó disse que ele parecia um canário, por conta de sua voz. E Marçal mandou de primeira: “Mas eu nunca vi um canário preto, você tá me enganando”. E ficou assim.

E nós também. Na próxima semana trago as impagáveis tiradas de Mestre Marçal. Fui. Mas volto.

 
Por Marcos Salles

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Centro Antigo por Augusto Malta!

Augusto Malta

Nascido em Alagoas no ano de 1864, chegou ao Rio de Janeiro em 1888. Aos 36 anos, tornou-se fotógrafo amador. Auto-didata, profissionalizou-se.

Em 1904, convidado pelo prefeito Pereira Passos, tornou-se fotógrafo oficial da Prefeitura do Rio, permanecendo nessa função até sua aposentadoria em 1936. Foi, também, fotógrafo da light de 1905 a 1935.

Augusto Malta foi o grande fotógrafo do Rio de Janeiro no início do século XX, registrando, com seu olhar sensível, os belíssimos cenários naturais e as cenas do dia a dia da cidade, bem como as grandes transformações por que a cidade passou entre 1900 e 1940. A qualidade pictórica de seus registros é inquestionável.

O Atelier Novo Marco especializa-se em reproduções fotográficas de alta qualidade e criação de objetos decorativos com imagens do Rio Antigo. Para isso eles contam com o acervo do fotógrafo Augusto Malta, e abaixo, oferecemos uma pequena amostra do que eles têm disponível. E eles estão sempre na Feira Rio Antigo! Confira!

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Fotografia de Augusto Malta

Aulas de Capoeira no Circo!


Semana que vem, recomeçam as aulas de capoeira do grupo Abadá-Capoeira, presente em diversos países, com o Graduado Barata, no Circo Voador.

A iniciativa atende a crianças e jovens moradores da própria região, e mantém viva a arte da Capoeira, sempre marcante ao longo da história da Lapa e do Brasil. Não perca! Em breve, mais informações!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tango de Salão para Iniciantes e Iniciados


O Instituto Brasileiro de Tango e Equipe ViraLapa apresentam:


Projeto Experimental de Dança



Com mais de 20 anos de experiência no Tango em sua Dança, Paulo Araujo junto a uma Equipe de professores e colaboradores, realizam o Projeto Experimental de Dança:

Com o objetivo de criar novos grupos e estimular a dança em suas diversas expressões, ofereceremos duas semanas de aulas gratuitas para todos os que desejam, de alguma forma, aprender e desenvolver a dança.



Tango de Salão: Iniciantes e Iniciados

  • Terça 8 e 15: Tango iniciante de 18h às 19h e de 20h às 21h
  • Terça 8 e 15: Tango iniciado de 19h às 20h
  • Quarta 9 e 16: Tango iniciante de 20:30h às 21:30h
  • Quinta 10 e 17: Tango iniciante de 18h às 19h e de 20h às 21h
  • Quinta 10 e 17: Tango iniciado de 19h às 20h
  • Sábado 12 e 19: Tango iniciante de 18h às 19:30h
  • Sábado 12 e 19: Tango iniciado de 19:30h às 21:00h

Dança de Salão: Iniciantes e Iniciados

  • Segunda 7 e 14: Dança de Salão iniciante de 18h às 19:30h
  • Quarta 9 e 16: Dança de Salão iniciante de 18h às 19:30h
  • Quarta 9 e 16: Dança de Salão iniciado de 19h às 20:30h
  • Sábado 12 e 19:  Dança de Salão iniciado de 15h às 16:30h
  • Segundas e Quartas 7, 9, 14 e 16:  iniciante de 12h às 12:50h
  • Segundas e Quartas 7, 9, 14 e 16:  iniciante de 13h às 13:50h

Para mais informações e inscrição, no telefone: 3970-2457

ou nos envie um e-mail: contato@viralapa.com.br


Av. Gomes Freire, 663 sobreloja – LAPA
(esquina com Av. Mem de Sà)




Baile de Lançamento do CD "As melhores marchinhas do Carnaval de 2011"

Os finalistas do Concurso Nacional de Marchinhas serão apresentadas no dia 8 de fevereiro, terça-feira, no Parada da Lapa em um show com participações de Eduardo Dussek, Soraya Ravenle e Serjão Loroza.

As músicas serão executadas pela Banda Fundição e interpretadas por seus autores ou cantores convidados. O projeto este ano tem patrocínio exclusivo da Petrobras e apoio da Globo Rio.


As dez músicas foram escolhidas pelo júri do concurso presidido pela historiadora e autora Rosa Maria Araújo e composto por personalidades como o jornalista e autor teatral Artur Xexéo, o artista plástico Xico Xaves, o cantor e compositor João Cavalcanti e o folião Ivo Medina. Nesta edição o concurso recebeu 940 inscrições e bateu a marca de 5.000 músicas inscritas entre 2005 e 2010.
O Disco

 “As melhores marchinhas do carnaval 2011” já à venda no site e traz, além das canções finalistas, a inédita “A vida não tem bis”, de Braguinha, interpretada por Soraya Ravenle. O pout-pourri de “Pirata da perna-de-pau” com Serjão Loroza, e “Gato na tuba”, com Soraya Ravenle, relembram alguns dos grandes sucessos do mestre, homenageado pelo projeto este ano. Coube a Eduardo Dussek dar vida à também inédita “Marchinha de carnaval”, composta por ele e João Roberto Kelly, que se tornou o hino oficial do concurso.



Os finalistas 


  • Darcy Maravilha e Sérgio Foleado - “Mulher é bom demais” – Rio de Janeiro

  • Edu Krieger - “Nossa fantasia” – Rio de Janeiro, RJ

  • Gilberto e Tião Nascimento - “Metrô pra Barra”- Rio de Janeiro, RJ

  • Sapo, Luizinho e Rato – ”Pernilongo” – Valinhos, SP

  • Marcus Monteiro e Pedro Ivo Dutra - “Amigo Bipolar”- Rio de Janeiro, RJ

  • Otami de Oliveira Porpino- “A Jabulani da Terezinha” (Natal – RN)


  • Ricardo Moretti Tostes - “Mulheres fruta”

  • Willow Chung e Tomás Ribas - “Pé na Jaca


Todas as marchinhas são executadas pela Banda Fundição e interpretadas pelos seus autores, pelo coro da banda ou cantores convidados. A Banda Fundição é: Alfredo Del Penho, Clarice Magalhães, Lali Maia, Mariana Bernardes, Matias Correa e Pedro Paulo Malta, no coro; e Altair Martins (trompete), Jéferson Victorio (trompete), Fernando Jovem (trombone), Marcelo Bernardes (sax alto), Joana Queiroz (sax tenor), Domingos Teixeira (violão), Rodrigo Villa (contra-baixo), Cassius Theperson (bateria), Ignez Perdigão (caixa do divino), Sandro Salvador (surdo), além dos músicos convidados Thiago Osório (tuba) e Marcio Hulk no cavaquinho.


O concurso

Idealizado por Perfeito Fortuna, agitador cultural, ator e presidente da Fundição, o "Concurso Nacional de Marchinhas da Fundição Progresso" foi lançado em 2005. O projeto, que este ano conta com patrocínio exclusivo da PETROBRAS e apoio da GLOBO RIO, é considerado um marco na revitalização do carnaval de rua no Rio de Janeiro e no país. A partir de sua criação, mais de 5.000 composições foram inscritas na disputa, vindas de todos os estados brasileiros. Diversas cidades realizaram eventos semelhantes nos anos seguintes à criação do concurso da Fundição.

Nas edições anteriores, as marchinhas vencedoras do concurso foram: “Milagre do Viagra”, de Homero Ferreira, em 2006; “Pra Carmem” de Bete Bissoli, em 2007; “Volante e Cachaça não Combina”, de Mauro Diniz e Cláudio Jorge, em 2008; em 2009, “Bendita Baderna”, de Edu Krieger, foi a primeira colocada, e a vencedora em 2010 foi “Bom Dia”, de Renato Torres Lima.

A grande final acontece no dia 20 de fevereiro, com baile na Fundição Progresso e votação interativa aberta para todo o país através do programa Fantástico, da TV Globo, que transmite ao vivo a disputa.


Serviço

Dia 08 de fevereiro no Parada da Lapa
$: R$ 10
às 20h

Curso de Desenho e Pintura

Estão abertas as inscrições para o curso de Desenho e Pintura no Liceu de Artes e Ofícios. As aulas serão retomadas no dia 07 de fevereiro de 2011 e a mensalidade custa R$ 80. Os interessados devem comparecer a secretaria na R. Frederico Silva, 86 - Praça XI - Rio de Janeiro.



Turmas:
  • Quarta e quinta: 9h - 12h
  • Quarta e quinta: 13h - 16h


Mais informações pelo email faleconosco@liceudearteseoficios.com ou pelo telefone. 2277-7600
Tel.: .:(0xx21) 2277-7600




    Eduardo Neves participa de grande noite de choro nesta segunda no Lapinha: um sopro de sax e flauta pra ninguém botar defeito


     Prezados amigos,
            Altamente qualificado na pauta do sopro nacional, o flautista e saxofonista carioca Eduardo Neves (foto abaixo) participa nesta segunda-feira, 31 de janeiro, a partir das 21h30, no Lapinha, de uma noite de choro pra ninguém botar defeito, com repertório de primeira, incluindo gemas próprias, e outros jovens e excelentes músicos a acompanhá-lo: Luís Barcelos (bandolim), Alessandro (Bebê) Kramer (acordeom), Rogério Caetano (sete-cordas) e Marcus Thadeu (pandeiro). Com dez anos de idade, Eduardo Neves teve aulas particulares de flauta doce com Carlos Malta e, quatro anos depois, foi discípulo (como a flautista Tereza Quaresma, um das sócias do Lapinha, também seria em outra ocasião) de Nicolino Copia, o saudoso Copinha, cujos 100 anos de nascimento motivaram, por iniciativa de Eduardo, um show-tributo memorável no Centro Cultural Carioca no ano passado. Integrante do Pagode Jazz Sardinha`s Club, Eduardo, em outra formação instrumental, o Trato a Três - na companhia do pianista Rafael Vernet e do percussionista e baterista Xande Figueiredo -, conquistou honrosa colocação no Prêmio Visa - o terceiro lugar -, em 2001. Dois anos depois, exercitou a escrita autoral em seu elogiado CD "Gafieira de Bolso" e, mais recentemente, como arranjador, consignou sua assinatura em trabalhos com Elza Soares e Zeca Pagodinho. Seu nome lembra instantaneamente o do artista negro mais popular do Brasil no início do século passado e um dos pioneiros da Casa Edson: Eduardo das Neves, carioca, cantor, compositor, poeta, violonista e palhaço, pai do cantor e compositor Cândido das Neves e, sempre lembrado, entre outras gravações de sucesso daqueles idos mecânicos, pelo lundu primordial "Isto É Bom", do baiano Xisto Bahia.






            Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica.
            Um abraço,
            Gerdal

    domingo, 30 de janeiro de 2011

    Arcos Reformados!!!

    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto 
    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto

    Foto: Nelson Porto

    sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

    A História do Bar Ernesto!
    Ernest Mehler, o fundador do Bar Ernesto.
    Outro dia, visitamos o tradicional Bar Ernesto, e tivemos o privilégio de registrar, das mãos do dono Flávio Mehler, uma foto de seu avô, Ernest Mehler. E descobrimos que o bar tem uma história  curiosa, e que explica a tradição de culinária alemã que a casa cultiva desde 1934 no Brasil!

    Ernest e Martha Mehler, fundadores do Bar Ernesto, sairam de Wiesbaden, Alemanha, em 1933, deixando para trás o Restaurante da família chamado Café-Restaurant Nonnenhoff, fugindo do regime nazista.


    Passaram pela França e chegaram ao Brasil em 1934. Trabalharam como empregados, ele de garçom e ela de doméstica.  Conseguiram com muito esforço e dedicação, abrir o Restaurante Ernesto, em 1936, na Rua Teófilo Ottoni, 84 - Centro - RJ, passarem pela Rua Miguel Couto, Rua Buenos Aires e Rua do Rosário, 172.

    O Grande Hotel do início do século é hoje a Sala Cecília Meireles.
    Ao lado, o casarão que abriga o Bar Ernesto.
    Após quase dois anos de reforma em um sobrado do século XIX, seu neto Flávio Mehler inaugurou o Bar Ernesto, no Largo da Lapa, 41, no ano de 1993. Hoje, o restaurante é requisitadíssimo tanto para almoço quanto para eventos à noite!

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    Wilson Meireles, com o seu trio, toca neste sábado no TribOz: balanço e improviso em "sets" de satisfação garantida

    Prezados amigos,


    A exemplo do trombonista Raul de Souza, o também notável baterista Wilson Meireles é cria de Bangu, subúrbio carioca de temperatura elevada, e de lá surgiu, com merecido prestígio, para o universo da música instrumental, mostrando toda a sua competência, por exemplo, em festivais de jazz pelo mundo. Sobre esse músico louvado por um estilo próprio de tocar, bastante suingado e de atraente improviso, repasso o recado, o qual já antecipa, neste 29 de janeiro, ao longo de três "sets" no aconchegante TribOz, a partir das 21h, um sábado pra lá de agradável. É o Wilson Meireles chegando com o seu trio e dizendo, naturalmente, pelo mérito, a que vem. No vídeo abaixo, ele, também em conjunto, é ouvido no clássico jazzístico "A Night in Tunisia"





    Um bom dia a todos. Grato pela atenção à dica



    Um abraço,
    Gerdal



    A tempo: no mesmo local, nesta sexta, 28 de janeiro, das 21h à 1h, outra ótima noite de jazz com o trio do pianista Marvio Ciribelli, completado por Fábio Cavalieri, contrabaixista, e Amaro Júnior, baterista.

    Confira a programação dessa sexta no Triboz

    terça-feira, 25 de janeiro de 2011

    Uma Noite de Primeira para o Samba


    Dudu Nobre e Jorge Perlingeiro


    “Só se for agora...”. A clássica frase do apresentador Jorge Perlingeiro ecoou aqui ao lado da Lapa, nos quatro cantos do Vivo Rio na noite da segunda-feira, dia 24 de janeiro deste 2011. O ano nem bem começou e o samba mostrou mais uma vez sua força na 25 e última (será mesmo a última, Jorge?) edição do Troféu Samba de Primeira entregue aos Melhores de 2010 e que será exibida no programa Samba de Primeira logo após o carnaval. Foi uma festa que parecia não querer terminar, com tantos pedidos dos amigos para que Jorge desista do fim do prêmio. Porém, o pedido mais inspirado foi o de Zeca Pagodinho: “Você nem é bicheiro para ir de 1 a 25. Então continua, Jorge”, mandou de improviso.


    Diogo Nogueira e Arlindo Cruz
    Filho de Aérton Perlingeiro, um dos baluartes da televisão brasileira, no mais puro linguajar do samba, Jorge tem atravessado décadas a frente de seu programa, hoje em versão nacional, e colhido muitos amigos em sua trajetória. Há dois anos ele grava no Bar e Restaurante Bossa Nossa, na filial do Parque das Rosas, Barra da Tijuca. E, entre seus convidados, mistura a nata do samba com atores, desportistas e empresários. E também foi assim na festa do prêmio. Ao lado de Jorge Aragão, Alcione, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Bom Gosto, Samba Pra Gente, Arlindo Cruz, Diogo Nogueira, Almir Guineto, Exaltasamba, Emílio Santiago, Dudu Nobre, Beth Carvalho e a Campeã Unidos da Tijuca também receberam o Pandeiro de Ouro, o técnico Muricy Ramalho e o craque Conca, ambos do Fluminense, Cláudia Raia, Regina Casé e Roberto Carlos, entre outros.

    Beth Carvalho



    Foi emocionante ver Beth Carvalho, de pé. Ela entrou de muletas e cantou Vou Festejar. E avisou que está voltando. Uma homenagem digna para uma mulher guerreira do samba e da vida. Uma vitoriosa. E que volta com a corda toda, cantando bonito e com uma invejável disposição para continuar sua caminhada ao lado do samba. 

    Jorge Perlingeiro e Roberto Carlos


    Porém, ao lado de tantos bambas, o capítulo à parte foi a presença inesperada do Rei Roberto Carlos. Ninguém imaginava que fossem verdade os boatos de que ele iria. E ele foi, liberado pela Rede Globo. Ao entrar no palco foi ovacionado por todo o Vivo Rio. De pé. Foi impressionante. É impressionante ver a força do carisma do Rei. Pena que não pôde cantar por força de contrato com a emissora do Projac. Uma pena que arte ainda tenha de se submeter a termos contratuais. Que mal teria se ele cantasse uma ou duas músicas na festa? Ou três ou quatro. Cinco, que seja. A gigantesca audiência global não perderia tanto assim. E a emoção e a alegria do povo ficaria satisfeita. 

    Roberto Carlos e Martinho da Vila


    Mas Jorge Perlingeiro virou a mesa, soltou uma gravação de Como é Grande o Meu Amor por Você e o Vivo Rio em peso cantou. E o melhor ainda estava por vir. Depois de receber seu troféu ele foi com seus staff para uma das mesas na platéia. Isso mesmo. No furdunço do samba. E foi direto papear com Jorge Aragão. E o assunto foi a queda do triciclo. Os dois tem triciclos. Depois, conversou com Regina Casé, com Zeca Pagodinho e tirou foto com a galera. Os seguranças enlouqueceram. 


    Zeca Pagodinho e Claudia Raia
    O Rei parecia estar em casa. Batucava na mesa, balançava os ombros numa dança só sua e aplaudiu o Samba Pra Gente cantando Nossa Senhora. E foi embora no fim, lá pelas 2 da matina. E a noite terminou com a Bruno Ribas, a bateria da Unidos da Tijuca e a pura magia com o segredo da comissão de frente da mais uma vez hipnotizando a galera com suas trocas de roupa. E aplausos para a organização da festa. Para a produtora Luiza Biá, assessoria de imprensa de Lígia Pontes e toda a equipe. Ah, se fez falta uma banda de feras pra acompanhar os cantores no lugar do chato play-back? Ah, isso é detalhe. A festa foi show de bola. Valeu Jorge Perlingeiro. Faz outra ano que vem...


    Arlindo Cruz, Regina Casé e Emilio Santiago






    Por Marcos Salles

    segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

    Verão no Circo invade Fevereiro




    Achou que a folia já tinha acabado? Claro que não .. Ela está só começando!!

     Fevereiro é o aquecimento oficial para o Carnaval. E o que todo carioca quer e merece é um pré Carnaval em grande estilo! Pensando nisso, o Circo Voador dá continuidade ao Verão no Circo com atrações que fazem essa época do ano ser ainda mais quente!

    O mês começa com a poderosa Preta Gil e os ensaios do Bloco da Preta. Lembrando que o bloco sai dia 27 de fevereiro em Ipanema. Tem também Otto, Quizomba, Samba & Love, Lobão e muito mais. Sem falar daqueles que estão fugindo para o calor brasileiro, os internacionais Vampire Weekend e Kate Nash. Uma programação com muita diversidade!

    Programação:

    01.02, Terça
    Orquestra Imperial

    $$: 50 (inteira) | R4 25 (meia)
    Saiba Mais

    02.02, Quarta
    Ensaio do Bloco da Preta

    $$: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia)
    Saiba Mais




    03.02, Quinta
    Vampire Weekend

    $$ 1º lote: R$ 100 (estudante, e-Flyer, 1Kg alimento)  | R$ 200 (inteira)
    Saiba Mais



    04.02, Sexta
    Otto

    $$: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia)
    Saiba Mais




    
     05.02, Sábado
    Quizomba

    $$: não divulgado
    Saiba Mais





    06.02, Domingo
    Sambar &; Love

    $$: R$ 30 (PROMO entrada + feijoada até 20h)  | R$ 20 (estudante) | R$ 40 (inteiro).
    Saiba Mais 



    08.02, Terça
    Orquestra Imperial

    $$: 50 (inteira) | R4 25 (meia)
    Saiba Mais




    09.02 , Quarta
    Ensaio do Bloco da Preta

    $$: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia)
    Saiba Mais

    10.02, Quinta
    Funk Summer Festival

    $$: R$ 15 (meia) | R$ 30 (inteira)
    Saiba Mais



    11.02, Sexta
    Lobão

    $$: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (estudante)
    Saiba Mais


    15.02, Terça
    Orquestra Imperial

    $$: 50 (inteira) | R4 25 (meia)
    Saiba Mais



    16.02, Quarta
    Ensaio do Bloco da Preta

    $$: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia)
    Saiba Mais




    17.02, Quinta
    3º Concurso de Samba de Quadra - Final!

    $$: entrada franca. Os ingressos poderão ser retirados a partir de 21h
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    18.02, Sexta
    Marcelo D2

    $$: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (estudante)
    Saiba Mais


    19.02, Sexta
    Marcelo D2

    $$: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (estudante)
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    20.02, Sábado
    Gigantes da Lira 

    $$: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (estudante)
    Saiba Mais


    Orquestra Imperial
     22.02, Terça
    Orquestra Imperial

    $$: 50 (inteira) | R4 25 (meia)
    Saiba Mais



    23.02, Quarta
    Ensaio do Bloco da Preta

    $$: R$ 60 (inteiara) | R$ 30 (meia)
    Saiba Mais


    24.02, Quinta
    Kate Nash

    $$ R$ 80 (estudante , e-flyer, 1Kg alimento)  | R$ 160 (inteira).
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    25.02, Sexta
    Maracangalha

    $$: 50 (inteira) | R$ 25 (estudante, 1kg)
    Saiba Mais






     

    26.02, Sábado 
    Quizomba

    $$: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (estudante | e-glyer | 1k de alimento | Assinate O Globo | Cliente TIM)




     
    Por Joana Medina

    quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

    Magali "empolga às 9"


    Prezados amigos,


    "Cantar é o espetáculo mais bonito da alma", escreveu Aldir Blanc, há alguns anos, em "release" do Quarteto em Cy, uma máxima pessoal que lhe voltou à lembrança ao ouvir Magali, cantora e compositora conhecida por sua atuação no bloco carnavalesco Empolga às 9, um dos que já se formaram ao longo da bem-sucedida experiência de Pedro Luís e seus colegas da Parede com a oficina de percussão do Monobloco na Fundição Progresso.

    Lá na Lapa, por sinal, Magali veio a lume na noite carioca e, com Dorina, Elisa Addor, Ana Costa e Aninha Portal, entre outras gratas revelações de casas de show desse famoso bairro boêmio, participou do CD "As Cantoras da Lapa - Encantos do Samba", produzido em 2006.

    No vídeo abaixo, ela fala de si mesma em frases resumidoras de seus passos artísticos, com trânsito até mesmo internacional, fazendo shows regulares em palcos nova-iorquinos receptivos à boa música brasileira.




    Nesta quarta, 19 de janeiro, no Centro Cultural Carioca (Rua do Teatro, 37, ao lado do João Caetano, no Centro), Magali faz lançamento do seu primeiro CD, todo autoral, que tem por título apenas o seu nome, às 21h. Uma hora de show ajustada para ela "empolgar às 9" o público que lá estiver, como empolgou, sem hora marcada, um encantado Aldir, que nela percebe, com clareza, "que há mais uma estrela no riquíssimo firmamento musical brasileiro".
    Confira a programação


    Magali canta Cantador

    Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção à dica.

    Um abraço,
    Gerdal